segunda-feira, 20 de janeiro de 2014






              Colheita do acaso                                                        
Sou Mao, sou mão, sou cacho.
Colheita do acaso, arroz do teu casamento,          
sou facho, lenha e compasso,
o charco da tua plantação.
Dor de antemão, arte marcial!


Sou o peão que gira a tua volta,
pau de resposta, solidão...vida torta!


Passo de semblante em semblante
e o barulho perdido no horizonte...
Não se sabe a inquietação da luxúria
e o esplendor da riqueza!
Viro simples diamante!


Se tu és do dia, amante,
nem percebes a solidez
com que se passa adiante!



Fred Magalhães e Jú Mangaba








                    

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