domingo, 5 de janeiro de 2014

ESTAÇÕES






 Sonâmbula noite tirando o meu sono, 

 de que beco escuro tu és,
As vezes sozinho, outras outono,
Raro primavera, que sonhos me espera?




Verão quase não sei, porto e espera,
âncora na aurora, minha cama no cais.
Prevejo a partida, minha alma doida,
estendida em sóis.


  Esssa dor alargada, em redes bordadas,
 algas dormidas em extensos lençóis.
O vento anuncia em triste melodia,
corais dos seus olhos pingando em sais

 Fred Magalhães  22/09/11

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